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Um ano em harvard

Muito esforço foi investido no sonho de ir para Harvard! Sim, recebi ajuda de muitas pessoas, seja por meio da minha campanha http://www.catarse.me/ciencia, seja diretamente na minha conta bancária.

*Tentei colocar todos os nomes (exceto os que solicitaram anonimato no site do catarse)! Se você foi um apoiador, pode ter certeza de que seu nome está em uma dessas mãos 🙂

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Além disso, recebi alguns outros apoios imprescindíveis:

  • da  Fundação Lemann e do Banco Santander, definitvamente, seria impossível acontecer o intercâmbio sem o auxílio dessas instituições! Muito obrigada!
  • do Professor Chao  Lung e Equipe da Telemedicina para a realização das fotos da campanha e disponibilização de vídeos como recompensa (adorei o cérebro verdinho 🙂 ).
  • do meu querido tutor Dr. Flávio Hojaij, que me presenteou com as passagens aéreas (e com muitas mensagens positivas nos meus momentos de ansiedade!) e da Anelisa Macedo, que me auxiliou com…

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Today, I’ve seen The Walk, the story of a man, who, who with friends helping him, set a wire between the Twin Towers, and crossed it. They were not yet completely built. A incredibly dangerous crossing. He made it, and back… Alive.
And thousands of people, on that September day, who went for their offices taking a lift, with their feet on firm floors, never came home.
And those same Towers were recriated, to tell the story of Philippe Petit, that man. He is still alive, and has a permanent pass to the towers that are no more…

I’ve seen gorgeous sunsets there.

  

Hoje assisti A Travessia (The Walk), que conta a história de um equilibrista que, com ajuda de amigos, colocou um cabo entre as duas, e o atravessou. Fez isso antes das mesmas estarem concluídas. A travessia é incrivelmente perigosa. Ele a fez, e voltou… Vivo. 
E milhares de pessoas, que acharam que aquele dia de setembro era um dia comum, que foram para seus postos de trabalho de elevador, com seus pés firmemente apoiados nos soalhos de seus escritórios, não voltaram pra casa.
E essas mesmas torres voltam a ficar de pé, pra nos contar a história de Phelippe Petit, o equilibrista. Que vive ainda, e tem um passe permanente pras torres que não existem mais. 
Vi entardeceres lindos lá…
  

  

Ontem vi um casal que cumpre até hoje os votos que fizeram há vinte anos : na saúde e na doença,…

A doença chegou há mais de dez anos. E o amor continua.

Lindo de ver…

America.
Their show in sao paulo was fantastic.

MIDLIFEROCKER

America-1 America co-founders Dewey Bunnell (L) and Gerry Beckley

A seminal 70’s band keeps playing its classic songs for new generations.

By Steve Houk

Whether it was sitting in the back seat as a teenager listening to their songs on FM radio with the windows down and your hair flying in the wind, or hanging with your best friend in your bedroom singing along to their landmark Greatest Hits album “History,” the band America is as much a part of many of us who grew up in the 70’s as bellbottoms, a Stingray bicycle or Wacky Packages were.

It’s hard to think of another band whose songs are so familiar to our generation, so engrained in us, that hearing them even today still makes us feel a whole range of emotions, like happiness, youthfulness, familiarity, as well as just digging on some really good music. Bands like The Eagles, Led Zeppelin, Aerosmith or for us in Connecticut, any…

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